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sábado, 2 de abril de 2011

Paixão, idealização, relacionamento e, finalmente, amor Nada de pressa. Aprenda a se conhecer para conhecer alguém

Muitos relacionamentos começam com paixão e idealização. Idealizar é enxergar no outro o que você deseja e não as reais qualidades que a pessoa apresenta naquele momento. É querer que o outro responda as expectativas criadas pela sua própria fantasia. De certa maneira, é querer que a outra pessoa realize suas vontades e desejos pré-estabelecidos. Mas, quando saber se isso está dentro do que é considerado normal?

Com o passar do tempo essa paixão muitas vezes passa, pois na verdade não estava ligada a dados reais e concretos, mas a ilusão que é originária, possivelmente, de todos os filmes e histórias românticas vistas e escutadas durante muito tempo (normalmente, já introduzida na infância e reforçada ao longo dos anos).

Mas a vida não é um filme, um livro de romance ou algo em que o acaso é o único dono do destino, sem possibilidades de atuação. Nós podemos começar a fazer novas escolhas mais satisfatórias e adequadas para nossa felicidade e também da pessoa ao nosso lado.

Observe que para tudo na vida, de modo geral, as pessoas dedicam muito tempo para se aperfeiçoarem: estudando, treinando e vivenciando, por exemplo, o trabalho, os esportes, algum novo curso etc., mas no assunto relacionamento tudo parece diferente. Muitos se deixam levar e ficam a mercê do destino e do acaso. Frases como: o que tiver que ser será , quando a gente menos espera a pessoa certa aparece , etc... Todos já ouviram várias vezes. E se esquecem que devem preparar e cuidar dos pensamentos e da maneira com que escolhem quem estará ao seu lado. Deixar de enxergar o outro como ele realmente é, faz com que as pessoas deixem de viver novas experiências para se entregar a padrões criados em sua mente. Portanto, fecha-se os olhos para uma realidade que mais dia ou menos dia aparecerá. Isso se torna um grande problema, pois a ilusão não perdura para sempre e, portanto, após a descoberta, vem a decepção. Sentimento de fracasso, desgosto e desilusão são muito negativos e poderiam, em muitos casos, serem evitados se houvesse uma preocupação com atos e escolhas.

Quem disse que o príncipe encantado existe? Alguém já o viu? E quem arrisca dizer que sim? Será essa pessoa um príncipe encantado de verdade ou uma pessoa normal que você enxerga através de lentes e distorções produzidas pela mente? O que é real e o que imaginário? Sempre ouvimos histórias sobre os príncipes no começo dos relacionamentos, depois de alguns meses eles viram sapos, ou melhor, voltam a ser quem sempre foram, nem príncipes, nem sapos, pois essas percepções só estavam na mente de que os criou. Importante lembrar que homens, também buscam uma mulher perfeita (essa percepção vai variar de pessoa para pessoa, segundo seus critérios de aprendizagem prévia), mas não dão o nome de princesa encantada. Ou seja, todos querem um relacionamento feliz e harmonioso. Cada um dentro de sua realidade e contexto de vida.

Não podemos esperar a perfeição se não somos perfeitos. Já contava uma história antiga de que um jovem, muito bonito, inteligente, saiu em busca de uma mulher perfeita, por não achar na sua cidade, saiu pelo mundo a procurá-la. Anos depois, voltou a sua cidade natal, sozinho e todos perguntaram se ele havia achado o que procurava em sua viagem. Ele respondeu que sim. E todos curiosos queriam saber onde estava essa mulher, e então ele respondeu: Não estamos juntos. Ela também estava buscando o homem perfeito e foi procurá-lo mundo a fora. O romance além da atração física deve surgir das afinidades e dos objetivos em comum entre duas pessoas. Isso é muito importante, para que se possa compartilhar a vida em diversos momentos, como fazemos com nossas famílias e amigos. Para isso é preciso aproveitar a oportunidade de conhecer o que há de melhor em cada pessoa, independente do fato de que ela será seu namorado (a), esposo (a) ou não.

Compartilhar a vida é também aceitar o outro como ele é e poder abstrair seu melhor. Criar novas amizades, novos conhecimentos, que podem ser importantes em sua vida de outras maneiras e não somente como um romance. Não se pode ou deve depositar suas carências e dependência no outro. Ser livre e saber viver para si é fundamental.

Algumas pessoas vivem a vida como se existisse um concurso para eleger quem será o seu namorado (a) e com esse comportamento, deixam de aproveitar os momentos e viver o presente, deixam de viver a vida como ela é. O problema surge quando a pessoa escolhida não condiz com o modelo imaginário, então, já não há mais interesse. Será que se relacionar é apenas ter outra pessoa ao lado que supra as carências? Ideal seria aceitar o outro como ele é e tê-lo ao lado por admiração concreta e real. As carências deveriam ser supridas por cada um e não por outra pessoa.

Existem muitas maneiras de se viver a própria vida ao lado de outra pessoa. Viver uma ilusão sem dados reais leva a frustração. A vida é feita de momentos e de sonhos que podem ser concretizados se houver interesse e dedicação. Deve-se aproveitar a vida e vivê-la intensamente. Aceitar as experiências reais, vividas com verdade, assim fica mais fácil encontrar alguém muito especial.

Adriana de Araújo

Colaboradora: Fabiana Leão

A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional .Você já aprendeu a lidar com os seus sentimentos emoções?

Você já deve ter ouvido essa famosa frase de Drummond, mas, fica a questão: Levou à sério? Nossa dor não advém das coisas vividas, mas, das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz!
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas. Por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos...
Por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos... Por todos os shows, livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados pela eternidade....

Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:


Se iludindo menos e vivendo mais! Sabendo diferenciar de um modo racional a Paixão do Amor! A cada dia que passa, o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

Acredite em você, no seu potencial e lembre-se de que a vida é uma só!

Fonte: Carlos Hammes
Adaptação: Juliano Figueiredo


O profissional é massoterapeuta complementar e de problemas psicossomáticos

Para saber mais, entre em contato: julianofigueiredo@hotmail.com  / juliano@montinelly.com.br  

  

Você sabe identificar quando alguém está mentindo para você?

Quem nunca contou uma mentirinha para se livrar de algum apuro? Conhecida do ser humano há séculos, a mentira é considerada um meio de defesa e preservação muitas vezes instintivo usado de forma recorrente e motivado por uma série de fatores.

Na infância, como não temos noção de suas consequências, ganha tom lúdico, embora mereça atenção. Já na fase adulta, ela se mistura a uma porção de valores éticos e morais que lhe dão uma conotação negativa, levando o mentiroso a ser visto como desonesto, irresponsável e imaturo.

Para a Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental da Unidade de Medicina Comportamental da Unifesp, especializada em Neuropsicologia no Advanced Training in Rational-Emotive & Cognitive- Behavioral Theory and Techniques Albert Ellis Institute - Nova York (EUA), Karina Haddad Mussa, seja para a satisfação de um desejo pessoal (intenção), tirar vantagem de algo, evitar algo ruim (se livrar de alguma culpa ou punição) ou até, em casos mais patológicos, criar uma imagem para si que julga mais atraente do que a real, todo mentiroso dá sinais de sua mentira.

"O corpo é a janela das nossas emoções. Todo "mentiroso" (exceto os psicopatas que agem visando somente seus interesses e não sentem culpa por seus atos destrutivos) dá sinais de sua mentira através de seu comportamento e das reações de seu corpo", explica a especialista.

Outra condição é a mitomania, caracterizada por uma tendência patológica em parte voluntária e consciente para a mentira. Um mitomaníaco tem necessidade de iludir os outros com histórias, com o intuito de suprir suas angústias. Para eles, o objetivo não é a mentira. Eles costumam sentir extrema carência afetiva e baixa autoestima. "Uma esposa cujo marido é violento, por exemplo, pode começar a inventar para as colegas que sua relação com ele é boa e divertida, contando sobre viagens e papos que nunca existiram", explica Karina.

A mitomania é considerada uma doença grave, que requer tratamento psicológico, necessitando grande atenção por parte dos familiares e pessoas próximas. Tudo o que sentimos é transmitido aos outros através das nossas expressões corporais e com a mentira não é diferente. "Quando mentimos, reações bioquímicas acontecem em nosso corpo justamente como fazemos quando estamos em situações de apreensão, desafio, estresse, o que causa forte sensação de euforia, medo e prazer", diz Karina.

Quando uma pessoa sente que conseguiu atingir suas metas, demonstra isso através de gestos e expressões. Mas se o nosso "corpo fala" quando mentimos, é possível perceber quando alguém está mentindo? "Um olhar ali, um tremor acolá, basta estarmos bem atentos para prestar atenção e detectar sinais que revelam a intenção mentirosa", continua a especialista.

Para te ajudar perceber se você sabe identificar um mentiroso, responda as questões abaixo e veja o resultado do teste:

Copie e Cole no seu navegador e faça o teste.
Retirado do Site:  http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/11119-Voce-sabe-identificar-quando-alguem-esta-mentindo-para-voce.htm

Por Minha Vida